Vida de Punheteiro

 

 

 

            Ah, a punheta! Bem, vamos lá, vamos falar da punheta. É claro que eu já passei por muitas fases da punheta e inventei muita coisa também, mas hoje estou em outra fase. Não deixarei por isso de falar das coisas que valem ser faladas e comentadas sobre o tema.

            Comecei a punhetar-me precocemente com onze anos quando a porra ainda nem vertia. Creio que nas primeiras duas ou três vezes gozei sem absolutamente pingar uma única gota de porra da ponta da minha vara. Sentia todos os repuxos e motes do prazer, sem ejacular. Na primeira vez que gozei, foi com susto que vi brotar o líquido branco e pegajoso da cabeça de meu pau. O líquido saiu com grumos brancos e lambuzou tudo. Creio que como todos no começo tinha pudor com a porra e tratava-me de limpar e secar sem querer mexer muito na coisa.

            Nossa como bati muita punheta no chuveiro, em casa! Ah, como era a sensação de brincar com aquela parte do corpo que sempre esteve lá, mas que não era devidamente explorada. Ficar com o pau duro no chuveiro era uma verdadeira loucura. Como eu gostava de sentir na palma da minha mão o corpo duro da caceta. A sensação dela dura e quente me fazia viajar, delirar, era um júbilo ter um pau e sentí-lo duro em minha mão. Eu me sentia poderoso, magnânimo. Ter um pau era tudo.

            O terreno da casa da minha infância era grande e oferecia muitas coisas as quais vou falando ao longo do desenrolar narrativa. Além de uma meia água que era uma espécie de depósito e de um quintal com muitas árvores, meu pai tinha um enorme estúdio fotográfico. Neste estúdio havia um banheiro com camarim cheio de espelhos. Eu gostava muito de escapar pra lá nos finais de semana que não tinham trabalho no estúdio, pra me masturbar. Adorava ficar horas e horas brincando com meu próprio pau e me olhando no espelho. Naquela época não tinha pêlos significativos no pau e eu olhava a caceta nos espelhos e a achava majestosa, imponente, magnífica. Como eu tinha fimose, a coisa de fazer a ponta da cabeça sair do couro da caceta era também novidade pra mim. Eu gostava muito de ver a cabeça da caceta, as veias, as bolas e como tudo se comportava. Eu brincava com o pau e o deixava duro e adorava vê-lo subir. Depois parava de mexer nele só pra vê-lo murchando e descendo. O movimento todo da coisa me parecia maravilhoso. Também gostava muito de ver como as bolas se mexiam repuxando e subindo até entrarem para dentro do lado do corpo do pau e depois como desciam e se reviravam ao relaxar. Eu observava tudo com muito gosto e curiosidade. Como o ambiente era todo espelhado, meu corpo seminu (eu arriava ou tirava o calção e ficava apenas de camiseta), gerava reflexos que se multiplicavam uns nos outros.

            Dá-lhe brincar com o pau, mexer, remexer e ficar olhando o seu reflexo. Não tinha problema com tempo, eu ficava lá até não querer mais e olhe que demorava a chegar nesse ponto. E gozar eu gozava várias vezes. Mas o principal era uma coisa só, olhar meu corpo, olhar meu pau. Achava esplêndido o modo ousado como o pau levantava-se apontando pro alto. A visão no espelho ao me colocar de lado, vendo o ângulo agudo que o pau fazia para o alto em contraponto ao corpo em noventa graus com o chão me fascinava. Essa postura e o pau ereto davam uma sensação erótica de poder, virilidade e excitação inexplicáveis. Também não posso mensurar as horas em que fiquei admirando a glande, amava ver como terminava o corpo cilíndrico do pau, naquela formação primorosa na forma de cogumelo. A cor rósea avermelhada e o freio do prepúcio eram artisticamente constituídas, de tal forma que eu ficava ali contemplando por horas, como se estivesse extasiado diante da mais perfeita das obras de arte. Como eu gostava ainda de fazer a cabeça do pau entrar e sair para fora do prepúcio. Nossa, como me entretia com isso!

            Mas, o estúdio do meu pai oferecia muitas outras coisas também. Meu pai tinha uma enorme e admirável coleção de revistas da Playboy. Nossa, como eram deliciosas aquelas revistas. Como eu vi mulher pelada naquelas revistas. Eu sinto que toda aquela revistarada do fim da década de oitenta foi decisiva para definir meu gosto sexual. Eu acabei gostando da mulher de aspecto mais natural. Desde de detalhes como dentes que não são certinhos, sobrancelhas grossas, bocetas pentelhudas e formas naturais, tudo isso ficou marcado na minha mente. Essa coisa que temos hoje em dia de mulheres muito marombadas não faz minha cabeça. Não gosto das formas femininas secas em músculo tanto quanto daquelas que tem maciez e alguma gordura corporal. Claro que nas revistas da década de oitenta tem mulheres que eram esculpidas e frequentadoras de academia, mas mesmo que tivessem formas mais definidas, não eram um exagero.

            Bem, um dia a caixa de papelão com as revistas foi para a meia água do terreno. Nem preciso dizer que era uma maravilha! Eu passava a tarde na meia água folheando e batendo punheta. Nessas punhetas na meia água eu costumava usar calção e tirava o pau pra fora pela braguilha ou pela lateral do calção. Quando eu tirava pela lateral a caceta ficava apertada e as veias saltavam. Algumas vezes a cabeça ficava roxona e inchada e eu adorava aquilo. Eu realmente sempre tive uma relação afetiva com meu pau, pois adorava ver todos esses aspectos dele. O pau com as veias saltadas e a cabeça roxa me dava uma sensação muito interessante. Era uma sensação de vida animal extremamente sexual, derivada da caceta de veias pulsantes. Puta tesão em me entregar a punheta vendo as gostosas e olhando para o meu pau apertado, túrgido e veiúdo. Sentía-me meio cachorro com aquele pau daquele jeito. Cachorro mesmo, com um pau de cachorro saindo do meio das minhas pernas. A sensação da caceta viva, pulsante e projetada firmemente pelo meio das minhas pernas me fazia sentir-me um bicho. A coisa todo do reflexo, dos repuxos, do tesão independe que o pau tinha, era uma coisa corporal intensa, terrena e de vida própria, onde eu entrava como participante. Eu era um animal!

            As revistas me apresentavam as belas e eu sonhava com o corpo delas. Era como se eu entrasse em transe. Rodava um filme na minha cabeça durante a punheta e eu me relacionava com todas as belas que eram as minhas preferidas de punheta. Quando eu pegava uma revista eu ia me punhetando vendo todas as delícias da revista, mas na hora que eu ia me descontrolando e o tesão aumentava eu ia voltando para a minha predileta da revista. Quando chegava na predileta batia mais forte e rápido no meio de um tesão que já estava altamente intenso e gozava gostoso. Puta que pariu, eu maltratava a cabeça do pau para arrancar o máximo de prazer. Meu corpo tinha espasmos, minhas pernas se contraiam até as coxas ficarem duras. Sentado em um banquinho, involuntariamente meus joelhos se levantavam e meus pés ficavam só com as pontas no chão, pois os calcanhares se levantavam. Meu rosto se contraía, e eu sentia sensações fortes e arrepios pela coluna. Eram os gozos de um adolescente e eles eram mesmo intensos por pertencerem a fase da descoberta. Finalmente eu relaxava completamente e punha as costas na parede. Eu estava com o rosto vermelho, cheio de suor e a mão toda esporrada, melada, segurando meu pau. Doce sensação de estar gozado segurando o pau, com o corpo todo entregue. Eu ficava brincando com a mão melada na cabeça da caceta, deslizando pra lá e pra cá, sentindo o corpo do pau banhado na porra e massageando tudo com ternura e prazer, um prazer especial do pós gozo.

            Como eu disse tinha as minhas prediletas. Algumas eu levava pra o meu quarto e deixava lá, sempre à disposição. E eu me lembro também de algumas revistas que eram em preto e branco. Acredita? Na década de oitenta meu pai ainda tinha revistas em preto e branco com um tipo de papel bem diferente do que as revistas tem em geral. Era um papel mais grosso e parecia mais com o sulfite do que com o que temos corriqueiramente, com uma textura mais plástica. Eu tinha umas boazudas prediletas nestas revistas de papel e arranquei para levar para o meu quarto. Eu lembro que para esconder eu as coloquei em um porta óculos que era bem comum na década de oitenta e noventa. Trata-se de uma capa de plástico do tamanho certo para o óculos entrar e que tinha uma boca de entrada que ficava fechada, como que vedada e esticada e que ao pressionar nas laterais abria como uma boca. Aliás como ela fechava e abria como uma boca era comum brincar de fazer mímica com ela como se ela falasse. Alí eu guardava as folhas das minhas gostosas prediletas em preto e branco. Dá-lhe homenagear bundas, peitos e buças. Aconteceu que um dia eu estava batendo pras minhas queridas e deu uma ideia de colocar o pau naquela capa de óculos. Era apertar do lado para ela abrir e depois de aberta eu colocava o pau. Ao parar de fazer pressão a boquinha da capa fechava apertando o pau. Parecia uma boceta dura de plástico se estreitando no pau. Não me lembro ao certo de ter gozado lá dentro, mas é lógico que alguma coisa saía e ficava um cheirão de caceta alí dentro. Isso não me incomodava em nada aliás, o cheiro do meu próprio pau alí dentro, era pra mim algo mais do que só o cheiro do meu próprio pau. Era o cheiro do sexo, porque de alguma forma, pra mim era como se eu estivesse fazendo sexo com as minhas queridas. Logo, o cheiro para mim era cheiro de sexo e era associado também as minhas queridas. Assim, me afeiçoei ao cheiro. Pra mim era como se fosse o cheiro das bocetas delas também. Então, muitas vezes bati punheta em um transe delirante, batendo muito, vendo as imagens das queridas e cheirando a capa do óculos, crente que estava sentindo o cheiro de nosso sexo, o cheiro das bocetas delas.

            Algumas vezes como disse devaneava tanto ao ponto de falar com elas baixinho.

            -Minha gostosa! Minha delícia! Quer meu pau pra você, quer?

            Eu olhava para as buças delas e perguntava:

            - Que tal eu passar meu pau na sua bocetinha, hummm, que tal!

            Eu ia falando e me punhetando como gosto, como se estivesse mesmo com elas. Era um ritual perfeito e muito satisfatório. E como disse antes eu tinha tempo pra usufruir de tudo isso. E como as brincadeiras e punhetas eram longas, creio que isso se refletiu na minha vida sexual. Ainda hoje preciso de tempo pra elaboração, muita excitação, pra só depois gozar, senão não sou feliz direito.

            Além das revistas, meu pai tinha muitas fotos de inúmeras mulheres que ele fotografou, sendo que a maioria ele comeu. Uma vez encontrei umas fotos da minha tia, irmã da minha mãe por lá. Eram poses bonitas e elegantes, nada obsceno. Mas ela era morena gostosa e muito bonita, tipo mignon. Belos peitos e que bunda. Rapaz, tinha uma foto dela de costas ajoelhada e a bunda era linda de se ver. Puta que pariu de novo! Bati muita punheta pras fotos da minha tia. E Tinha um gosto especial por aquela foto dela de costas. Como eu amava aquela bunda. É uma putaria incestuosa, mas sempre tive vontade de comer a minha tia. Mas, as fotos que meu pai tirava ficavam no estúdio e era mais fácil pra mim ir pra meia água e bater uma vendo as revistas.

            Eu adorava também os pôsteres grandões que enchiam os olhos com as gostosas. Eu lembro que meu pai tinha amigos pedreiros e mecânicos e era muito comum me deparar com essas imagens grandes de super gostosas. Na meia água tinham uns dias que eu pendurava pôsteres por todas as paredes, arrancava as calças e me punhetava como um rei. Caralho, era mulher gostosa pra todo o lado que eu virava e eu com o pau duro girando entontecido praqui e pracolá! Outras vezes selecionava algumas escolhidas das revistas (umas 3), dobrava bem o vinco das revistas pra firmar as imagens que eu queria ver e colocava em três cadeira pras quais ficava de frente, sentado no banco ou de pé.

            Pois aconteceu um dia o seguinte: Teve um certo período que eu fiquei muitos dias sem ir no estúdio e sentia falta da foto da bunda da titia. Mas, tinha uma revista que tinha um pôster de uma mulher muito parecida com ela e na mesma pose, ajoelhada de costas. Pouta, a saudade e o tesão era tanto que peguei o pôster, coloquei em uma cadeira e como era um pôster grande me afastei para bater gostoso praquela bunda maravilhosa. No meio da punheta eu devaneava que a bunda era a bunda da titia e isso me dava um tesão muito maior. Aquela punheta foi muito boa, estava gostosa, macia e quente. Parecia que eu estava em uma banheira de água quente. Os devaneios com a bunda morena, com a titia iam indo até que veio começando a dar a vontade de gozar. E na medida em que a vontade ia aumentando eu comecei a pensar como eu gostaria de gozar na bunda da minha tia. Aquilo foi se intensificando tanto que eu me absorvi totalmente na ideia de gozar na bunda da tia. Quando vi veio a vontade da porra verter e foi incrível. Eu estava a mais de dois metros do pôster da bunda e a minha porra voou toda aquela distância e acertou exatamente no meio do rego da bunda. A coisa me impressionou muito, mas muito mesmo! A porra esguichou mais de dois metros pra atingir exatamente a bunda dos meus sonhos juvenis. Aquilo me marcou muito e nunca vou esquecer. Eu sabia que tinha acontecido alguma coisa sobrenatural alí. Fiquei pensando se a porra tinha vida própria e sabia aonde queria chegar. Mais tarde na vida adulta isso aconteceu em algumas fodas. Não aconteceu da porra voar dois metros, mas pelo menos mais de setenta centímetros pra chegar na cara linda da minha mulher, já aconteceu! E isso aconteceu quando eu queria gozar na cara mesmo. E eu ainda acho que existe algo sobrenatural na direção do desejo e da ejaculação. A porra tem vida própria!

            Também me lembro de outras coisas. Uma delas é que eu as vezes levantava de madrugada, saía da casa trancada e ia para o imenso quintal arborizado que tínhamos, escondendo-me coberto por um pano preto. Lá eu passeava com a caceta dura e pra fora. Meio enrolado no pano que eu segurava com uma das mãos, batia uma punheta com a outra quase abraçado às árvores. Com as pernas arcadas e os joelhos pra fora, batia, batia, batia até gozar na superfície rugosa dos caules das grandes árvores que lá tinham. Maravilha eram essas punhetas da madrugada. Elas me davam a sensação de transgressão, de liberdade, de ser um lobisomem.

            Também me lembro que uma vez fiquei doente em casa e eu usava um pijama que tinha um buraco na parte debaixo da calça onde a costura se encontra. Por aquele buraco eu passava o meu pau e me masturbava. Oh, buraquinho apertado! De novo o pau ficava roxo e com as veias saltadas. Eu batia punheta debaixo do lençol que tinha uma cor meio bege, meio amarelada. Eu tirava o pau pelo buraco e ficava debaixo do lençol olhando pra ele e punhetando. Era maravilhoso. O lençol era transparente e ficava muito claro debaixo dele. Agora, a lembrança mais cara que tenho desse período e do pijama furado era outra. No quarto da minha mãe, ela tinha uma máquina de costurar que ficava atrás da cortina. Mas não era só a máquina que ficava ali. Tinha a máquina, uma cadeira e um espelho enorme de corpo inteiro. Pronto! Sob o pretexto de brincar atrás da cortina, eu sentava na cadeira que ficava junto com o espelho, tirava o pau pra fora pelo buraco do pijama e ficava olhando o pau roxo e veiúdo no espelho. Dá-lhe bater em homenagem a ter um pau. O pau ficava repuxado e espremido. Espremido pela espessura do buraco, e repuxado porque como o buraco era mais pra baixo o pau era também puxado pra baixo. Ohhh punhetas boas atrás da cortina vendo o pauzão no espelho! Essas eram especiais, sempre tinha o medo de ser pego, de ter que fazer tudo na cautela, de ter de ficar escutando atentamente tudo pra perceber se vinham passos em minha direção.

            Essa coisa de apertar o pau também teve muita repercussão na minha vida adulta. Até hoje adoro uma torturazinha nas bolas. Adoro amarras e pressão. Adoro também bater, bater e bater, duas ou três horas até as bolas ficarem duras e doendo pra gozar majestosamente depois. Tudo começou lá na meia água. Lá certa vez encontrei barbante e decidi fazer uma experiência e amarrar as bolas. A primeira vez foi tudo muito simples. Apenas amarei as bolas com um pedaço curto de barbante. Nada demais. Mas foi bom, hein. Adorei bater com um barbante amarrando as bolas. Noutro dia decidi amarrar o pau e as bolas num laço só. Também foi bom. Depois amarrei só o pau. Em seguida amarrei o pau em um laço, as bolas em outro e ainda fiz mais um abarcando tudo. Quando foi um dia, amarrei as bolas e amarrei, amarrei e dei voltas e mais voltas. Puta que pariu, que sensação! Parecia aquela imagem das mulheres africanas que colocam várias argolas no pescoço esticando a cabeça. Tinha tanta volta de barbante que as bolas estavam apertadas e esticadas lá pra baixo de todo o barbante que estava duro. Uma sensação maravilhosa era passar a mão debaixo das bolas apertadas. Uhhh, eu batia e acariciava as bolas esticadas! Que sensação! Doía um pouco mas era muito bom. Bati e gozei. No fim de tudo eu estava com o corpo todo lânguido pela gozada e ao tocar nas bolas elas estavam duras, frias e roxas. Eu temi e comecei a desenrolar. Pensei que tinha estrangulado as bolas! Fiquei com medo delas gangrenarem sem circulação de sangue. Fui desenrolando e desenrolando, mas parecia que o barbante não acabava mais! Finalmente acabou! Eu estava com medo. Mas a sensação das bolas duras e geladas me excitou tanto que o pau subiu novamente e eu bati mais uma vez, desta vez sem o barbante, mas ainda massageando as bolas geladas, que ainda doíam um pouco. Como nesta altura eu já desencanara com a coisa da porra e etc, na hora que gozei de novo, juntei toda a porra anterior e a nova e fiquei esfregando o pau e as bolas deliciosamente com meu caldo. Com o tempo passei a usar elásticos pra amarrar as bolas e o pau. Cheguei a amarrar as bolas cada uma pra um lado como se fossem chucas. Descobri como amarrá-las fazendo um x no meio delas. Dá-lhe estica e puxa e viva a festa da Xuxa.

            Bom lembrar, homenageei a Xuxa, a Vera Fischer, Cláuda Raia, Lucélia Santos, Christiane Torlonni, Sônia Lima, Luciana Vendramini, Monique Evans, Cristiana Oliveira, Magda Cotrofe (puxa, eu gostava da Magda!), Luíza Brunet, Josi Campos, Maitê Proença, Marina Lima (olha aí! Até a Marina Lima), Ísis de Oliveira e também pra super peluda esfirra da Cláuda Ohana que causou muito frisson, a Lúcia Veríssimo tida como mulher macho (mas boa pra caralho), pra cavala da Débora Rodrigues e até pra Roberta Close que só tinha foto de pernas cruzadas (e se não fosse assim era certo que eu não homenagearia ela na época). E impossível é não contabilizar a Bruna Lombardi, pouta que pariu, que mulher! Essa era a que tinha mais revistas e olha que o tempo passava e de repente saia uma nova dela. Eita que o tempo passou e eu vi até a coroa gostosa da Ângela Vieira (carimbada, também teve gozada pra ela). Viva todas elas que me alegraram a adolescência e ainda as anônimas gostosas pra quem bati muito.

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